quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Pertencer a uma classe social e económica dos " invisíveis" é entrar em choque quando recebes o orçamento de um despertador para surdos ( se queres ter uma vida minimamente independente) ou quando somas as facturas mensais da farmácia e estas ultrapassam o valor pedido pelo dito despertador. Portanto, faz-me muito comichão certos comentários ridículos, certamente de pessoas deficientes, sobre a nova/futura ajuda para quem desespera por uma vida vivida, não existida.

Sobre a prioridade, são outros quinhentos. Já assisti a tanto, que nem comento...


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Na mesma semana, houveram dois grandes fogos neste concelho, em freguesias distintas. Ontem, ao ir para Lisboa, vi uma dessas zonas que foi consumida pela fogo. É tão triste verificar que o verde deu lugar a um manto preto.